
O aluno vai ter a oportunidade de pesquisar e planejar a imagem da Universidade, pelo menos em sala de aula. A nova professora de Relações Públicas da ULBRA, Tânia Almeida, propôs aos estudantes uma pesquisa a respeito o tratamento dado pela mídia à Universidade, durante o período de crise na instituição. A idéia é de fornecer um detalhado dossiê com sugestões de ações para o refortalecimento da marca ULBRA como excelência em educação.
De imagem Tânia entende. Sua tese de mestrado trabalhou com as capas da revista Veja e sua relação com o primeiro mandato do Governo Lula. O interesse pela comunicação e política lhe abriu portas em Bagé, Porto Alegre e Brasília onde atuou como assessora de comunicação de gestores e órgãos públicos. Nesse meio tempo, atuou em agências corporativas de comunicação e começou a carreira de docente como professora substituta na FABICO/UFRGS.
Recentemente, Tânia chegou a uma encruzilhada profissional entre o mercado e a academia. Lecionar na UFRGS e na Univates (Lajeado), além da ULBRA, se tornou incompatível com a atuação no mercado. “Pedi demissão da agencia onde trabalhava e decidi me dedicar à docência”, destaca.
Na universidade, a professora quer formar o relações públicas mais profissional e menos episódico. Para tanto, o RP necessita fixar no planejamento, na gestão e na pesquisa as bases para ações integradas com o jornalista e o publicitário. “As empresas sempre analisam seus departamentos de comunicação pelo viés da imprensa, pois a mídia dá visibilidade imediata. No entanto, existem diferentes linguagens e processos que também dão resultados, tanto no público interno quanto externo”, ressalta.
A IMAGEM DA ULBRA – A idéia de criar um relatório sobre o posicionamento da mídia durante o período de crise na gestão da ULBRA surgiu ao avaliar a nova filosofia da universidade. “É uma bela oportunidade dos nossos alunos interagirem no processo de reconstrução da Universidade”, comenta. Tânia dividiu a turma em quatro grandes grupos de trabalho.
O primeiro vai analisar o comportamento da assessoria de comunicação da ULBRA, seus releases e posicionamento da reitoria no período. O segundo fará um levantamento do que fora publicado nos principais jornais do RS, enquanto o terceiro mapeará a conduta das entidades sindicais na época. O último grupo fará um rastreamento na internet, buscando informações que foram publicadas, mas passaram “a lo largo” da opinião pública.
Todo o material recolhido será a base para um grande estudo, que vai traçar uma sugestão de planejamento de imagem para a instituição. “Os alunos vão realizar esse trabalho fundamentados em técnicas e metodologias de pesquisa em comunicação. Isso vai facilitar o aprendizado”, esclarece. É esperar pra ver.
De imagem Tânia entende. Sua tese de mestrado trabalhou com as capas da revista Veja e sua relação com o primeiro mandato do Governo Lula. O interesse pela comunicação e política lhe abriu portas em Bagé, Porto Alegre e Brasília onde atuou como assessora de comunicação de gestores e órgãos públicos. Nesse meio tempo, atuou em agências corporativas de comunicação e começou a carreira de docente como professora substituta na FABICO/UFRGS.
Recentemente, Tânia chegou a uma encruzilhada profissional entre o mercado e a academia. Lecionar na UFRGS e na Univates (Lajeado), além da ULBRA, se tornou incompatível com a atuação no mercado. “Pedi demissão da agencia onde trabalhava e decidi me dedicar à docência”, destaca.
Na universidade, a professora quer formar o relações públicas mais profissional e menos episódico. Para tanto, o RP necessita fixar no planejamento, na gestão e na pesquisa as bases para ações integradas com o jornalista e o publicitário. “As empresas sempre analisam seus departamentos de comunicação pelo viés da imprensa, pois a mídia dá visibilidade imediata. No entanto, existem diferentes linguagens e processos que também dão resultados, tanto no público interno quanto externo”, ressalta.
A IMAGEM DA ULBRA – A idéia de criar um relatório sobre o posicionamento da mídia durante o período de crise na gestão da ULBRA surgiu ao avaliar a nova filosofia da universidade. “É uma bela oportunidade dos nossos alunos interagirem no processo de reconstrução da Universidade”, comenta. Tânia dividiu a turma em quatro grandes grupos de trabalho.
O primeiro vai analisar o comportamento da assessoria de comunicação da ULBRA, seus releases e posicionamento da reitoria no período. O segundo fará um levantamento do que fora publicado nos principais jornais do RS, enquanto o terceiro mapeará a conduta das entidades sindicais na época. O último grupo fará um rastreamento na internet, buscando informações que foram publicadas, mas passaram “a lo largo” da opinião pública.
Todo o material recolhido será a base para um grande estudo, que vai traçar uma sugestão de planejamento de imagem para a instituição. “Os alunos vão realizar esse trabalho fundamentados em técnicas e metodologias de pesquisa em comunicação. Isso vai facilitar o aprendizado”, esclarece. É esperar pra ver.
