
Quem já foi ao campus da ULBRA, em Canoas, sabe que ele se encaixa muito bem no conceito de “minicidade”. Além de toda a estrutura educacional, aqui existem livrarias, bancos, agencia de viagens, hospital, restaurantes, apart-hotel, entre outros serviços. Mas como proteger todo o complexo, que abriga diariamente mais de 20 mil pessoas? Esse foi o tema proposto pelos formandos do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Segurança Privada, para uma monografia (TCC) em conjunto com sugestões para auxiliar a segurança do campus. A pesquisa, que está em fase final, vai ser apresentada à reitoria no início do ano que vem.
Em vez de cada formando construir um TCC diferente, surgiu a idéia de que todos concentrassem suas pesquisas e análises em cima de um plano de segurança para a Universidade. “Pesquisar qualquer empresa particular seria algo comum. Então pensamos em aplicar o que aprendemos em um projeto para a própria instituição que está nos formando”, comenta Dulci Borsatto. Segundo ela, todos os alunos já atuam na área, o que facilitou na elaboração do trabalho.
A pesquisa partiu de uma análise de dados sobre a criminalidade em Canoas e, mais especificamente, do dos bairros próximos à ULBRA. Para isso, contaram com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, que lhes forneceu estatísticas sobre os diferentes tipos de delitos que ocorrem na região. “Estudamos a história do município e dos bairros próximos e as comparamos com estatísticas de criminalidade para, a partir daí, começar a pesquisa de campo”, comenta Leandro Moreira.
Em vez de cada formando construir um TCC diferente, surgiu a idéia de que todos concentrassem suas pesquisas e análises em cima de um plano de segurança para a Universidade. “Pesquisar qualquer empresa particular seria algo comum. Então pensamos em aplicar o que aprendemos em um projeto para a própria instituição que está nos formando”, comenta Dulci Borsatto. Segundo ela, todos os alunos já atuam na área, o que facilitou na elaboração do trabalho.
A pesquisa partiu de uma análise de dados sobre a criminalidade em Canoas e, mais especificamente, do dos bairros próximos à ULBRA. Para isso, contaram com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, que lhes forneceu estatísticas sobre os diferentes tipos de delitos que ocorrem na região. “Estudamos a história do município e dos bairros próximos e as comparamos com estatísticas de criminalidade para, a partir daí, começar a pesquisa de campo”, comenta Leandro Moreira.

O próximo passo foi estudar a planta do campus e verificar in loco os seus limites, pontos de saída, possíveis rotas de fuga e fragilidades em geral. Os principais espaços da Universidade foram checados e catalogados em um acervo de fotos. “Nosso trabalho é acadêmico e não estamos aqui para fazer juízo crítico sobre a atual política de segurança da ULBRA. Queremos apenas dar a nossa contribuição para a Universidade, visando a proteção de todos no campus”, afirma o coordenador da graduação, Leonel Carivali (foto acima). Segundo ele, a proposta a ser apresentada à reitoria se baseia na máxima proteção à comunidade acadêmica, mas com custo operacional reduzido.
Isso fica evidente quando os alunos abrem a planta baixa do campus e apresentam as alternativas. Para uma universidade que tem o maior movimento no turno da noite, câmeras com tecnologia térmica seriam ideais, de acordo com os alunos. No entanto, elas têm custo elevado. “Câmeras de canhão infravermelho se adequariam muito bem às necessidades e são muito mais baratas”, comenta Dulci. Para ela, se os gestores de segurança conhecerem bem o campus e suas vulnerabilidades, poderão otimizar o uso desses equipamentos e baratear ainda mais o custo.
Isso fica evidente quando os alunos abrem a planta baixa do campus e apresentam as alternativas. Para uma universidade que tem o maior movimento no turno da noite, câmeras com tecnologia térmica seriam ideais, de acordo com os alunos. No entanto, elas têm custo elevado. “Câmeras de canhão infravermelho se adequariam muito bem às necessidades e são muito mais baratas”, comenta Dulci. Para ela, se os gestores de segurança conhecerem bem o campus e suas vulnerabilidades, poderão otimizar o uso desses equipamentos e baratear ainda mais o custo.

O grupo também analisa outros dispositivos e estratégias que podem ser implementados. Mas, além de projeto e material, os alunos ressaltam a importância da qualificação dos recursos humanos. “Os agentes de segurança tem de ser treinados para as necessidades especificas da ULBRA. Tem que conhecer a instituição e saber o que fazer na hora de agir”, comenta Leandro. De acordo com os estudantes, a segurança de uma instituição deve ser customizada e não apenas uma repetição de técnicas genéricas.
Essa monografia em conjunto será a primeira de outras que virão nos próximos semestres, segundo o professor Carivali. “A segurança de uma Universidade como a nossa envolve diferentes aspectos e é muito mais ampla do que se pensa. Queremos aprofundar a pesquisa e sugerir mais alternativas para a proteção do nosso aluno, professor e funcionário”, afirma.
Essa monografia em conjunto será a primeira de outras que virão nos próximos semestres, segundo o professor Carivali. “A segurança de uma Universidade como a nossa envolve diferentes aspectos e é muito mais ampla do que se pensa. Queremos aprofundar a pesquisa e sugerir mais alternativas para a proteção do nosso aluno, professor e funcionário”, afirma.

ETAPAS DA PESQUISA E IMPLANTAÇÃO
1- Coleta de dados sobre a segurança em Canoas e bairros próximos à ULBRA;
2- Pesquisa de campo;
3- Análise de risco dos pontos vulneráveis;
4- Qual equipamento a ser utilizado e onde será instalado;
5- Quantificação do componente humano a ser utilizado;
6- Qual treinamento deveria ser aplicado a esse componente humano
7- Implantação do primeiro estágio do projeto (áreas de maior risco);
8- Implantação do segundo estágio do projeto (áreas de risco médio - alto);
9- Implantação do terceiro estágio do projeto (áreas de risco mais baixo);
10- Auditoria e correções
ALUNOS ENVOLVIDOS NA PRIMEIRA ETAPA DE PESQUISA E PROJETO
Dulcinéia Borsatto, Edner de Lima, Evandro Gatringer, Fabiano da Silva, Ivan J. S. Diana, Leandro S. Moreira, Roberto Boettier, Vanderlei Rubim e Vinícius Benfica.
1- Coleta de dados sobre a segurança em Canoas e bairros próximos à ULBRA;
2- Pesquisa de campo;
3- Análise de risco dos pontos vulneráveis;
4- Qual equipamento a ser utilizado e onde será instalado;
5- Quantificação do componente humano a ser utilizado;
6- Qual treinamento deveria ser aplicado a esse componente humano
7- Implantação do primeiro estágio do projeto (áreas de maior risco);
8- Implantação do segundo estágio do projeto (áreas de risco médio - alto);
9- Implantação do terceiro estágio do projeto (áreas de risco mais baixo);
10- Auditoria e correções
ALUNOS ENVOLVIDOS NA PRIMEIRA ETAPA DE PESQUISA E PROJETO
Dulcinéia Borsatto, Edner de Lima, Evandro Gatringer, Fabiano da Silva, Ivan J. S. Diana, Leandro S. Moreira, Roberto Boettier, Vanderlei Rubim e Vinícius Benfica.
Nenhum comentário:
Postar um comentário